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Arquivado em: USP  Rodas  São Paulo  
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rodas reitor -usp foto atosaofrancisco 270807Brasil - PCO - O Sindicato dos Trabalhadores da USP divulgou em seu portal a audiência pública sobre as perseguições e processos universidade. Segundo eles, o advogado dos funcionários Greenhalg apontou as diversas irregularidades no processo administrativo iniciado em agora de 2011.


Esse processo era um dos quais os estudantes pediam em sua greve a extinção.

Após a denúncia de todas as irregularidades, quatro membros da Comissão Processante em diferentes momentos renunciaram.

Até mesmo o presidente da comissão e o procurador geral saíram do processo tamanhas irregularidades.

Rodas quer a qualquer custo colocar para fora da universidade os seus membros que se posicionaram contra a privatização da universidade e a invasão da PM para isso.

Os processos são ilegais para apenas impor uma decisão tomada pela burocracia universitária e o governo em atacar duramente o setor que está a frente das mobilizações e inibir a reação de conjunto do movimento contra os ataques.

São mais de 50 estudantes processados, quatro diretores do Sintusp e mais dois funcionários.

Diversos protestos foram feitos contra a PM no campus que foi colocada para paralisar a atividade política da comunidade universitária.

Os estudantes se opõem a polícia por saber que esta foi colocada na cidade universitária para reprimir as atividades políticas. A primeira invasão da Tropa de choque da PM foi em 2009 para impedir um piquete de greve dos funcionários. A medida resultou na aprovação da greve estudantil pela saída imediata da PM do campus.

Em 2011, João Grandino Rodas fez o acordo USP-PM para aumentar a presença da PM com uma base móvel e rondas ostensivas.

Desde agosto quando foi assinado o convênio foram presos quase 100 estudantes. A USP teria se tornado o local mais perigoso da cidade de São Paulo no último período?

Neste ano o sindicalista e demitido político Claudionor Brandão estava distribuindo panfletos e foi intimidado por um policial militar. Acompanhado de um guarda universitário o PM filmou e seguiu Brandão, além de chegar a retirar panfletos das mãos de funcionários.

O movimento estudantil exige o fim dos processos, a revogação das eliminações e demissão de funcionário e a saída do reitor-interventor do governo do PSDB que está perseguindo o movimento estudantil e sindical para levar a cabo o plano de privatização do ensino superior público e gratuito.


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