Definidos pola Cámara municipal que governam PSOE e BNG como "tapom urbanístico", a vizinhança defende esse património histórico, constituído por elementos arquitectónicos com séculos de antigüidade agora ameaçados de desapariçom, apesar de terem formalmente a consideraçom patrimonial pola sua antigüidade.
A urbanizaçom irreflectida da zona foi contestada por numerosos vizinhos e vizinhas que batêrom com potas, denunciando assim a operaçom urbanística de tipo especulativo que ocultam os derrubamentos. De facto, a demoliçom coincidiu com o último dia previsto para a apresentaçom de alegaçons ao PGOM, o que indica o pouco respeito institucional polas consideraçons vicinais.
A polícia marcou presença na convocatória pública para ameaçar quem se mobilizava, apesar de que a mobilizaçom só defendesse o interesse comum face às manobras irregulares de empresas e governantes.
Vídeo: Galiza Contrainfo.