E mentres rimos respostamos-lhes: Que maravilha!, um passeio que nos lembre que nom podemos aceder aos sítios que vemos desde o passeio.
Nom queremos partilhar as misérias morais de ninguém, reivindicamos o uso público da ilha de Toralha, de toda a ilha, dos seus castros, do seu parque florestal, da sua ponte, das suas praias e do seu porto, porque as ilhas nom devem de ser jamais propriedade privada, porque o que merca umha ilha esta-se a apropriar dum património ecológico, e neste caso, dum património cultural que deveria de pertencer a tod@s.
E sabemos que Toralha nom é mais que um símbolo do nosso processo de luita, porque nom pedimos só isto, nom queremos que se construam mais recheios que alberguem portos desportivos e clubes privados para o disfrute d@s ric@s, mentres a classe trabalhadora ve-se cada vez mais afectada por umha nova forma de exploraçom disfarçada de crise económica. Nom queremos que se esquilmem mais rias. Nom queremos mais verquidos de grandes empresas que nom som controlados porque eiquí apenas importam os quartos.
Reivindicamos respeito para as rias em forma de protecçom do seu ecosistema e em forma de sostenibilidade.
Piratas!, umha vez mais, um ano mais, nom mais ilhas de cemento!
Fonte: Galizacontrainfo.