Numha convocatória unitária das principais centrais sindicais, o pessoal anti-incêndios apontou para a "responsabilidade do Governo" autónomo galego polo "resultado nefasto" da campanha contra incêndios deste ano, que terminou com o fim do verao, solicitando mudanças ao governo que saia das urnas no dia 21 de outubro, para que nom se continue "a desmembrar o serviço público e a entregar o serviço a empresas privadas".
A Plataforma em Defesa do Serviço Público de Prevençom e Defesa Contra Incêndios Florestais, que grupa a CIG, UGT, CNT, CC.OO., o comitê de empresa de Seaga, Aprafoga ou Apropiga, convocou a manifestaçom ao meio-dia de hoje, com saída da estaçom dos comboios de Compostela.
Entre as palavras de ordem que se ouvírom, "Nom á privatizaçom" e "A culpa de quem é? Dos que votam no PP" e "O lume nom se apaga com as palavras de Quintana" e "Quem apaga o lume?, nós e nom a UME" em referência à interferência dos militares nos labores de extinçom de fogos, para evitar a profissionalizaçom de um serviço público dedicado a essas tarefas.
Petardos e bengalas dérom sonoridade à marcha, que concluiu na Praça de Pratarias, onde foi lembrado o trabalhador morto neste verao durante os labores de extinçom.
O "fracasso" da política anti-incêndios do PP ficou em eviência nom só por essa morte, mas polas centenas de milhares de hectares queimadas, devidas à falta de recursos e de pessoal, assim como à precariedade laboral imposta ao setor, se bem a chuva evitou um resultado ainda pior.
Os sindicatos denunciárom a negativa do governo do PP a negociar com as representaçons do pessoal anti-incêndios umha nova orientaçom e condiçons no trabalho de prevençom e extinçom de fogos florestais e exigírom a derrogaçom da nova Lei de Montes imposta polo executivo de Núñez Feijó. Também se pediu um Plano Florestal que sirva de quadro para a prevençom e combate aos incêndios florestais.


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