Som dados do Instituto Nacional (espanhol) de Estatística (INE).
No seu conjunto, o custo laboral méio por trabalhador/a e mês -que inclui as remuneraçons e as quotizaçons sociais- reduziu na Comunidade Autónoma da Galiza (CAG) 1,3%, ficando em em 2.244,39 euros.
Os outros custos, por sua parte, registaram um dado médio por trabalhador e mês de 578,72 euros, o que significa que descêrom 1,1% no segundo trimestre de 2012.
No que diz respeito ao custo laboral por hora efectiva, a Galiza resgista 16,67 euros em média (+0,1%); o custo salarial por hora efetiva situou-se em 12,37 euros (sem variaçom) e os outros custos alcançárom os 4,3 euros em média por hora efetiva (+0,2%).
No conjunto do Estado espanhol, o custo laboral méio por trabalhador e mês foi de 2.591,8 euros no segundo trimestre do ano, o que supom umha queda de 0,3% a respeito do mesmo período do exercício anterior.
Madrid tem os salários mais altos, Galiza os segundos mais baixos
Por comunidades autónomas, os custos laborais mais altos registam-se em Madrid (2.985,86 euros por trabalhador/a e mês), País Basco (2.949,14 euros), Catalunha (2.764,97 euros) e Navarra (2.685,66 euros), enquanto os mais baixos som os galegos (2.244,39 euros) e os canários (2.178,95 euros).
Por sua parte, os salários mais elevados também correspondêom nesse período a Madrid (2.249,61 euros por trabalhador e mês), País Basco (2.207,70 euros por trabalhador e mês) e Catalunha (2.090,87 euros). Por sua parte, os mais baixos situárom-se em Canárias (1.611,66 euros) e Galiza (1.665,67 euros).
Queda após cinco meses em alta
Desta forma, em média, o custo laboral cai pela primeira vez depois de registar cinco trimestres consecutivos à alça e fechar o passado ano com um aumento de 1,6%.
Dele total do custo laboral, o custo salarial (que compreende todas as remuneracións, tanto em metálico como em espécie) manteve o mesmo nível que há um ano e alcançou os 1.939,73 euros em media, enquanto que os outros custos baixaram 1,4%, até os 652,07 euros.
O custo salarial ordinário, é dizer, sem pagamentos extraordinários nem atrasados, subiu 0,5% em taxa interanual, até 1.635,93 euros.
O principal componente dos outros custos, que ascenderam a 652,07 euros no segundo trimestre, são as cotações obrigatórias à Segurança social, que caíram 0,2% entre abril e junho, até os 570,99 euros, enquanto que as percepções não salariais baixaram 6,2%, até os 102,03 euros.
Segundo os dados do INE, os custos laborais por hora de trabalho efectiva aumentaram 0,7% a respeito do segundo trimestre do ano anterior e situaram-se em 19,47 euros.
Indústria e construçom tenhem as maiores subidas de custo laboral
Por sectores de actividade, a indústria junto à construçom som os sectores que apresentaram no segundo trimestre os maiores aumentos do custo laboral total, a crescer em ambos os casos 2,6%, até os 2.986,66 euros e 2.791,10 euros, respectivamente.
Segundo o INE, em ambos os setores destaca o crescimento dos salários ordinários, o aumento das pagas extraordinárias e dos outros custos. O incremento dos outros custos deve-se, especialmente, ao aumento das indemnizaçons por despedimento.
Nos serviços, o custo laboral caiu 1%, até os 2.496,81 euros.
No segundo trimestre, os salários mais elevados correspondêrom à indústria (2.211,73 euros por trabalhador e mês), seguida dos serviços (1.882,97 euros) e a construçom (1.975,15 euros).
Jornada laboral de 34,7 horas
Segundo os dados de Estatística, a jornada semanal média pactuada (considerando conjuntamente tempo completo e parcial) alcançou as 34,7 horas no segundo trimestre, perdendo-se uma média de 4,2 horas por semana, das quais mais de metade som por férias e festas desfrutadas.
Se se acrescentam as horas extras e se restam as horas perdidas, a jornada reduz-se para 30,6 horas efetivas de trabalho.
Segundo o tipo de jornada, a diferença salarial entre os trabalhadores a tempo completo e parcial é de 5,03 euros por hora, com 15,18 euros por hora para os primeiros, e 10,15 euros para os segundos.
Os trabalhadores a tempo completo praticamente duplicam as horas de trabalho efetivo realizadas polos trabalhadores a tempo parcial, com 34 horas semanais face a 17,7 horas.
Com Agências


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