Entre os 15 e 20 anos de idade conforma-se o esqueleto, e disto dependerá o resto da saúde óssea feminina, pelo que neste período é importante consumir alimentos ricos em calcio e fazer exercícios.
Depois devem-se manter essas condições e evitar o sedentarismo e o tabaquismo, bem como o excesso de álcool, especialmente nas féminas, manifestou a especialista do Instituto Nacional de Endocrinología.
Estudos realizados em Cuba apontam a que as cubanas entre os 40 e 59 anos têm risco de padecer a doença, que favorece as fraturas e constitui causa de discapacidade e mortalidade temporã, assinalou Navarro num painel que teve lugar em Havana dedicado ao Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher.
Por isso, é importante avaliar os riscos, entre os que se encontram, o envejecimiento, fraturas prévias, antecedente hereditario, baixo consumo de calcio e níveis de vitamina D, menopausia e baixa densidade mineral óssea.
Navarro explicou que existem tratamentos de avançada para combater a doença, no entanto, o melhor é a prevenir, e para isso recomenda levar uma dieta balançada, adequado contribua de calcio e vitamina D, não fumar, realizar exercícios, evitar quedas, bem como o uso excessivo de álcool.
No mundo, a osteoporose constitui um problema maior de saúde pública, afetando a mais de 200 milhões de pessoas. Estima-se que do 30 ao 50 por cento das mulheres posmenopáusicas a padecerão.