Em comunicado, que a Prensa Latina teve acesso, o presidente executivo do Codeh, Andrés Pavón Murillo, informa ao povo hondurenho e a comunidade internacional sobre o assassinato do procurador popular municipal José Marcos Ávila Maradiaga.
O texto lamenta este crime e diz que quem os cometeram atuaram com premeditação, pois os pistoleiros esperaram a Ávila Maradiaga perto da casa dele e o mataram na presença de um sobrinho de três anos.
O Codeh exige que as autoridades policiais e o Ministério Público fazer as investigações correspondentes e proceder, no marco da lei, para punir quem cometeu este horrendo crime.
Lembra que Ávila Maradiaga tinha trabalhado como defensor voluntário dos direitos humanos desde os dias mais difíceis do Golpe de Estado. "Por isso muitas das vítimas de tão irracional agressão a democracia, estado de direito e a dignidade humana, hoje lembram como o amigo que esteve pronto para estender sua mão quando era requisitado", indica o documento.
O Comitê declarou três dias de luto sem suspender suas atividades de defesa dos direitos humanos.


Diário Liberdade defende a discussom política livre, aberta e fraterna entre as pessoas e as correntes que fam parte da esquerda revolucionária. Porém, nestas páginas nom tenhem cabimento o ataque às entidades ou às pessoas nem o insulto como alegados argumentos. Os comentários serám geridos e, no seu caso, eliminados, consoante esses critérios.