Cada atividade seria correspondente ao curso em que o aluno estuda. A maioria dos estudantes se mostrou favorável com a medida. O projeto era desenvolvido pela UBA desde 2010. Para os matriculados antes de 2013, essa atividade será apenas voluntária.
De acordo com o reitor da UBA, Rubén Hallu, “a produção de conhecimento da universidade deve contemplar as particularidades da sociedade na qual ela está inserida”, além de “detectar os problemas e desafios, oferecer respostas e realimentar a criação de novos conteúdos”.
”Como não há cobrança envolvida, muitos alunos ficam estagnados durante anos nas universidades, mudando de curso uma vez ou outra. Em alguns departamentos, sobram cartazes com a figura de Che Guevara, mas quem os coloca na parede muitas vezes nunca pisou em um bairro carente”, diz Maximiliano Uribe, sociólogo formado pela faculdade. Para ele, o que será exigido aos alunos é pouco em comparação com o que recebem do ensino público gratuito.
Em entrevista ao jornal Clarín, o secretário de Extensão Universitária e Bem-Estar estudantil afirma que “as atividades se desenvolverão fora de aula e se diferenciam de outras iniciativas solidárias”. Como exemplo, García diz que um estudante de medicina poderia ajudar na recuperação de pacientes que já passaram por algum tipo de tratamento.