Os altos oficiais envolvidos nesse processo judicial são Tomás Angeles (foto), que foi subsecretario de Defesa entre 2006 e 2008; como Roberto Dawe e Rubén Pérez, que eram chefes das zonas militares nos estados de Colima e do México, respectivamente.
Também estão envolvidos o tenente coronel Silvio Isidro de Jesús e o major Iván Reyna.
Angeles, Dawe, de Jesús e Reyna são acusados de proteger o cartel dos Beltrán Leyva, um dos mais ativos no país, por isso ficarão presos e sujeitos a julgamento por crime organizado.
A Pérez é atribuído o crime de colaboração para possibilitar a execução dos delitos contra a saúde.
No entanto, esta falha pode ser impugnada mediante um amparo, situação que então passaria a decisão de um tribunal colegiado.
