De 2003 para cá, quando passou 100% para o controle estatal, a petroleira PDVSA passou a financiar a maioria dos programas sociais. Desde então, US$ 300 bilhões foram investidos em programas sociais, segundo o governo. As missões bolivarianas, que levam saúde, educação e alimentos em casa, atendem hoje 20 milhões de venezuelanos — ou seja, 60% da população.
O chavismo reduziu a pobreza em 50%. Em 1999, 29% dos venezuelanos viviam na pobreza extrema. Hoje são 7%. A Unesco declarou a Venezuela país livre do analfabetismo. O salário mínimo é o maior da região: US$ 414. O desemprego é de 7,9%. Segundo a ONU, a Venezuela é o país menos desigual da América Latina.
Acompanhe a reportagem de Luiz Carlos Azenha para o Jornal da Record.
