Assim o expressou a Prensa Latina o doutor Nicasio Viñas Dávila, diretor do Escritório Trinacional dessa iniciativa, que jogou a andar em 2007 e experimenta um auge notável desde o 2010, com o protagonismo dos Ministérios do Ambiente nessas nações.
O científico ressaltou a contribução do Programa de Nações Unidas para o Meio Ambiente e da União Européia, que possibilitam coordenação e financiamento para os propósitos do CBC.
Aludiu Viñas a que atualmente o Corredor é "nas Caraíbas" mas a finalidade é o converter em "das Caraíbas" quando integrem ao resto das ilhas do meio e as áreas continentais afins neste conceito integrador e de unidade no planejamento do cuidado do meio ambiente. É absoluto o interesse por ampliar a rádio de ação, disse, e referiu-se à aproximação manifestada por várias nações insulares caribenhas para começar a colaborar com este projeto em marcha.
A criação de viveros para o reflorestamento é uma das ações impulsionadas nestes três países e o golpe mirado pelo furacão Sandy devém incentivo para acelerar os trabalhos, acotou o especialistas.
Viñas ressaltou no funcionamento do Corredor o enfoque regional da conservação da biodiversidade, para remontar a estreiteza das parcelas, e o conceito que trasciende às áreas protegidas para ampliar às cidades, os cultivos e outros âmbitos.