ssinam o documento, denominado Declaração de Ondjiva, as vice-ministras de Saúde de Angola e da Namíbia, Evelise Frestas e Petrina Haidulo, respectivamente.
Mediante o acordo serão implementados mecanismos efetivos para o controle sanitário e eliminação da doença no norte da Namíbia e no Sul de Angola, afirmou Frestas.
Para a erradicação do mosquito que causa paludismo, está prevista a implementação de medidas como a fumigação de casas, distribuição de mosquiteiros e campanhas de educação em comunidades sobre a necessidade de evitar acúmulo de água parada e a proliferação do mosquito hospedeiro. Ambas partes se comprometem a manter a colaboração ao longo da fronteira comum, que inclui a cooperação técnica e a criação de infraestrutura como transporte.
De acordo com dados do Ministério de Saúde de Angola, entre 2010 e 2011, o estado de Cunene reduziu em 20% o índice de mortalidade por paludismo.
