O recente assassinato do jornalista da "Rádio Despertar" ensombrou esta classificação, segundo a ONG. Entre os 200 países analisados, a Namíbia posiciona-se como o melhor país africano para o exercício do jornalismo, em vigésimo segundo lugar.
Cabo Verde é, por seu lado, o país lusófono que mais respeita a liberdade de imprensa, ocupando o vigésimo sexto lugar. Seguem-se a Galiza (posto 39, embora corresponde à classificação do Estado espanhol, quem administra politicamente o País), Portugal (40), Brasil (58), Guiné-Bissau (67), Timor-Leste (94) e Moçambique (98).
Os dez primeiros países onde ser jornalista é mais livre, segundo os Repórteres Sem Fronteiras, são a Finlândia, Islândia, Irlanda, Noruega, Holanda, Suécia, Suiça, Áustria, Nova Zelândia e Estónia.
A Eritreia ( 178º), Coreia do Norte ( 177º), Turcomesitão ( 176º), Irão (175º), Mianmar (174º), Síria (173º), Sudão (172º), China (171º), Iémen (170º) e o Rwanda ( 160º).
Entre as maiores quedas no ranking, destaca-se as Filipinas, pelo massacre de cerca de 30 jornalistas.
Observa-se que são muito poucos os países onde se classifica a situação de liberdade de imprensa absoluta, que no mapa que acompanha esta notícia vêm distinguidos com a cor branca.
Foto: Repórteres Sem Fronteiras - No mapa da liberdade da imprensa, a cor branca indica umha boa situação; amarela, situação satisfatória; laranja, problemas significativos; vermelho, situação difícil e preto, situação muito difícil.
Com informações de Angola Digital.